
Durante uma vaga de calor, o príncipe Harry descobre o poder de uma camisa
A digressão de quatro dias do duque e da duquesa de Sussex pela Colômbia chegou ao fim. A nossa conclusão? Harry tem muito bom gosto para camisas
- Texto de: Zak Maoui
Em 2024, o duque e a duquesa de Sussex embarcaram numa visita-relâmpago à Colômbia, onde, a convite da vice-presidente Francia Márquez, passaram quatro dias a participar em aulas de salsa, a visitar escolas e a cumprir compromissos oficiais. A viagem centrou-se nas prioridades da Fundação Archewell do casal, bem como nos interesses filantrópicos dos Sussex.
E, tal como acontece com a maioria das digressões reais (embora esta não fosse oficial), tudo foi registado pelas câmaras, a pedido do próprio casal. E, naturalmente, como em todos os compromissos reais, a «digressão semirreal» acabou por se transformar num evento bastante elegante para o casal.
Meghan Markle exibiu o seu apurado sentido de estilo, reutilizando peças (camisas Victoria Beckham) de viagens anteriores, vestindo criações de designers colombianos como Silvia Tcherassi e conjugando achados acessíveis da Mango (que, naturalmente, já esgotaram) com peças de superluxo da Loro Piana. Houve até uma homenagem à falecida Lady Di, que ficou célebre por fazer manchetes durante as suas próprias digressões reais, através dos seus brincos em forma de borboleta.
Entretanto, o príncipe Harry encontrou conforto numa camisa em particular. Durante toda a viagem à Colômbia, onde nesta época do ano o clima é húmido e abafado, recorreu a uma das camisas Portofino da Luca Faloni. Combinada, numa ocasião, com calças chino da Banana Republic e sapatos de camurça da John Vavartos e, noutra, com calças da Mott & Bow, esta camisa (em várias cores) é aquilo a que chamaríamos uma das melhores camisas de linho disponíveis — e não é preciso ser da realeza nem estar sob o calor da Colômbia para usar uma.
De corte largo e confecionada em linho 100 por cento italiano, é o tipo de peça de que precisa para enfrentar o calor. É a joia da coroa da marca britânica, e cada camisa é produzida em Bérgamo e Bréscia, no norte de Itália, por artesãos qualificados que utilizam uma única peça de tecido para criar uma camisa simples com colarinho.
Mas, embora a escolha do príncipe Harry tenha sido interessante — Luca Faloni é há muito a marca de eleição do irmão, com quem é sabido que mantém uma relação distante, pelo que talvez tenha sido um sinal de reaproximação entre ambos —, é a prova de que esta camisa tem poder, independentemente das desavenças familiares.
E agora que entramos numa vaga de calor, veja abaixo a camisa Portofino da Luca Faloni.
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