Skip to content
A operar nas sombras da guerra: as forças especiais de que talvez nunca tenha ouvido falar

A operar nas sombras da guerra: as forças especiais de que talvez nunca tenha ouvido falar

À medida que as tensões globais aumentam, são as forças de intervenção de elite, e não os exércitos, que estão a redefinir os desfechos mundiais, quase sempre longe do olhar público. Estas unidades secretas tornaram-se os peões modernos do poder político.

A 3 de janeiro de 2026, uma operação militar norte-americana de alto risco irrompeu por Caracas antes do amanhecer, culminando na captura do contestado líder de facto da Venezuela, Nicolás Maduro, e da sua mulher, Cilia Flores. Com o nome de código Operação Resolução Absoluta, não se tratou de uma invasão convencional, mas de uma incursão meticulosamente planeada, levada a cabo por forças especiais de elite e unidades de apoio sob o comando do Comando Conjunto de Operações Especiais. O mundo assistiu, incrédulo, à captura de um presidente em exercício em território estrangeiro e ao seu transporte para os Estados Unidos, onde iria responder a acusações federais. Foi um momento que evidenciou como as unidades clandestinas se tornaram instrumentos de poder no século XXI.

Outras leituras